
Depois de muita especulação, o Google Music agora é oficial. Anunciado ontem(16/11/11), o aplicativo saiu do Beta e está disponível apenas para os EUA e aos poucos será lançado no mundo.
O Google Music, com mais de 13 milhões de canções, será integrado ao Android Market, a loja online da empresa para vídeos e aplicativos destinados a celulares inteligentes, em um esforço para recuperar o atraso com relação aos rivais. O Google Music permitirá que o líder das buscas na web faça o mesmo ao oferecer aos seus usuários acesso a músicas em diferentes aparelhos conectados à Internet, e ao facilitar o compartilhamento de faixas entre amigos.
O Google também está tentando fazer parceria com novos artistas com a nova funcionalidade Artist Hub, onde os próprios músicos criarão uma conta por 25 dólares podendo colocar a venda suas faixas. O Google ficará com 30% das vendas e o restante serão dos próprios artistas. É mais ou menos o que fazia o MySpace, com a possibilidade dos artistas também venderem suas músicas.
A empresa fechou acordo com três das quatro grandes gravadoras dos EUA (Sony, EMI e Universal disponibilizam suas músicas, Warner não) e alguns selos independentes. As canções custarão entre US$ 0,99 e US$ 1,29. Será possível comprar músicas tanto pelo PC quanto por dispositivos com Android, as quais poderão ser enviadas para a nuvem do Google e acessadas em qualquer lugar com conexão com à internet. Cada usuário pode enviar até 20 mil músicas gratuitamente para a nuvem. E, como todo serviço do Google, o Music terá integração com a rede social Plus. As músicas compradas na loja virtual poderão ser compartilhadas no Stream do Google+. Assim, os amigos poderão ouvi-la gratuitamente por streaming.
Analistas dizem que vender música online não deve elevar muito a receita do Google. Mas afirmam que a empresa precisa participar desse mercado para garantir que os esforços do Android no mercado móvel acompanhem os de seus concorrentes.
Confira o vídeo:
Nenhum comentário:
Postar um comentário