segunda-feira, 28 de novembro de 2011

Conheça o Iris



Com pouco tempo depois de a Apple lançar sua assistente virtual no iPhone 4S o Siri. Surgiu o Iris - Intelligent Rival Imitator of Siri (Rival Inteligente Imitadora da Siri), que está sendo conhecido na internet como o ‘Siri para Android’. Com o grande sucesso e repercussão do Siri, uma equipe do Dexetra, com muito humor, implementou em oito horas esta aplicação, o que seria uma imitação do Siri.

Ela basicamente usa o sistema de reconhecimento de fala do Android(speech-to-text) para converter perguntas em texto, analisa seu conteúdo e faz buscas na Wikipédia ou no Google para obter respostas, ou no caso de seu banco de dados conter alguma resposta engraçadinha, ela pode entreter você.



domingo, 27 de novembro de 2011

Computadores quânticos




Muito antes que os computadores quânticos se tornem realidade, a mecânica quântica poderá ajudar a transformar os computadores tradicionais em supermáquinas.

Um avanço demonstrado por pesquisadores da IBM e do Instituto Politécnico Federal de Lausanne, na Suíça, promete que, em 2017, os fenômenos quânticos ajudarão a diminuir o consumo de energia dos equipamentos eletrônicos por um fator de 100.

Como o grande limitador ao aumento de velocidade dos processadores é justamente o elevado consumo de energia - e, por decorrência o calor dissipado por eles - é de se esperar um aumento equivalente na velocidade de processamento.

Há poucos dias, a IBM anunciou uma tecnologia que usa metal líquido para retirar calor dos processadores, afirmando que isso permitiria colocar um supercomputador atual dentro de um celular "em poucos anos."

Agora os pesquisadores resolveram marcar data: 2017.

Transístor quântico

O segredo está em um novo tipo de transístor, o elemento fundamental de toda a eletrônica, chamado Túnel-FET, ou TFET.

O termo túnel se refere ao fenômeno do tunelamento quântico, pelo qual uma partícula consegue atravessar uma barreira física - este fenômeno já é largamente utilizado, por exemplo, nos microscópios eletrônicos de tunelamento. FET é uma sigla em inglês para transístor de efeito de campo.

A tecnologia atual é baseada nos transistores de efeito de campo, onde um fluxo de elétrons ativa ou desativa o transístor - um fluxo de bilhões de elétrons, que esquenta tudo por onde passam.

No transístor, duas câmaras são separadas por uma barreira de energia. Na primeira, uma horda de elétrons fica esperando quando o transístor está desligado (indicando um 0 binário, por exemplo). Quando é aplicada uma tensão, eles cruzam a barreira de energia, ativando o transístor. É o que se chama de injeção termal.

Ocorre que alguns elétrons acabam cruzando essa barreira antes da hora, mesmo que aparentemente não tivessem energia para tanto. Esse é o efeito túnel, que sempre atrapalhou o funcionamento dos transistores.

Agora o problema virou solução.

Estreitando a barreira do transístor torna-se possível amplificar o efeito quântico e passar a basear o funcionamento do transístor inteiro nesse tunelamento - é a chamada injeção por tunelamento.

Com isto, a energia necessária para que os elétrons cruzem a barreira é reduzida drasticamente.

"Substituindo o princípio do transístor de efeito de campo tradicional pelo efeito túnel, pode-se reduzir a tensão dos transistores de 1 volt para 0,2 volt," afirmou o Dr. Adrian M. Ionescu, que está desenvolvendo o Túnel-FET juntamente com Heike Riel.

Híbrido clássico-quântico

Esta é, na verdade, uma abordagem híbrida, ainda um passo aquém de um verdadeiro "transístor atômico", demonstrado recentemente por pesquisadores australianos e finlandeses.

Mas justamente isto torna sua adoção mais rápida, uma vez que os processadores poderão ser construídos com FETs e Túnel-FETs convivendo no mesmo chip.

"Os protótipos atuais foram construídos em ambiente pré-industrial. Nós podemos razoavelmente esperar vê-los em produção em massa por volta de 2017," disse Ionescu.

Referência:

Jon "Maddog" Hall - Uma Lenda...

Jon "Maddog" Hall é o Diretor Executivo da Linux International, uma associação sem fins lucrativos de empresas de grande relevância internacional na área de TI que desejam promover sistemas operacionais baseados em Linux. O apelido lhe foi dados por seus alunos na Hartford State Technical College, onde ele era Chefe do Departamento de Ciência da Computação. Segundo o próprio, ele prefere ser chamado pelo nome "maddog". O próprio Hall afirma que o apelido "vem de um tempo em que eu tinha pouco controle sobre o meu temperamento".



Jon trabalha com informática desde 1969, trabalhou para a Western Electric Corporation, Aetna Life and Casualty, Bell Laboratories, Digital Equipment Corporation, VA Linux Systems, e SGI. Atualmente, ele é o CTO e embaixador da Koolu.

Seu interesse por Linux surgiu na época em que trabalhava na Digital e foi fundamental para conseguir equipamentos e recursos para que Linus Torvalds pudesse completar seu primeiro porte, uma versão do Linux para a plataforma Alpha da Digital. Foi nessa época que Hall, que mora em New Hampshire, deu início ao Grupo de Usuário Linux de seu estado. A placa do carro de Hall é UNIX.

Jon Hall também é membro dos conselhos de várias empresas e organizações não governamentais, incluindo a Associação USENIX. Ele é reconhecido na comunidade de desenvolvedores e uma figura respeitada no movimento do software livre. No UK Linux and Open Source Awards 2006 ele recebeu um Prêmio de Reconhecimento para Toda a Vida por seus serviços à comunidade de Código Fonte Aberto. Hall possui mestrado em Ciência da Computação pelo Rensselaer Polytechnic Institute (1977) e um Bacharelado em Comércio e Engenharia pela Drexel University (1973).

JQuip

Uma nova biblioteca JavaScript alega oferecer 90% da funcionalidade da popular biblioteca jQuery com apenas 13% do tamanho. jQuip - JQuery-in-parts - é pequena o suficiente para ser incluída como fonte para evitar referências externas em páginas web, de acordo com os desenvolvedores. Ela oferece o seletor $() e métodos incluindo each, attr, bind, unbind, append, prepend, before, after e muitos mais. Também suporta uma larga gama de eventos e métodos estáticos. Plugins permitem à jQuip expandir sua capacidade para detectar documentReady e realizar manipulação de CSS e chamadas Ajax. Qualquer chamada ainda não implementada retorna uma exceção "not implemented". A licença é MIT e o código pode ser baixado de https://github.com/mythz/jquip .

quarta-feira, 23 de novembro de 2011

o que é o Siri?

Com o surgimento do novo iPhone 4s, veio o aplicativo Siri, que tem atraído a atenção de vários usuários, assim como também deixado a concorrência preocupada.



Definição do Siri segundo o site da Apple:
“Siri é o assistente pessoal inteligente que ajuda você a fazer as coisas só por uma pergunta. Ele permite que você use sua voz para enviar mensagens, agendar reuniões, realizar telefonemas, e muito mais. Mas Siri não é como software de reconhecimento de voz tradicional que exige que você lembre-se de palavras-chave e fale comandos específicos. O Siri entende seu discurso natural, e pede-lhe perguntas se ele precisa de mais informações para concluir uma tarefa.”



Siri usa o poder de processamento do chip A5 dual-core no iPhone 4S, e ele usa 3G e Wi-Fi para se comunicar rapidamente com os centros de dados da Apple. Para que ele possa entender rapidamente o que você diz e o que você está pedindo, em seguida, retornar rapidamente uma resposta.



De acordo com a informação divulgada pela Apple, o Siri, presente no iPhone 4S, será exclusivo do aparelho, não aparecendo em versões mais antigas do celular da empresa. A afirmação da companhia sobre a exclusividade do Siri no iPhone 4S foi feita em resposta para um desenvolvedor que enviou um e-mail para a empresa. Michael Steeber perguntou se o Siri seria lançado no iPod touch e iPhone 4 com o sistema operacional iOS 5. A resposta da Apple foi "não". Segundo informou um representante da Apple o “Siri funciona apenas no iPhone 4S e não há planos de levá-lo para outros dispositivos".


Há rumores na internet que a Apple estaria desenvolvendo uma TV controlado pelo Siri. O projeto de uma TV da Apple foi um dos últimos em que Jobs esteve envolvido, de acordo com o jornal The New York Times. O desenvolvimento começou há cerca de um ano, e a Apple planeja colocar no mercado seu primeiro televisor entre 2012 e 2013.

domingo, 20 de novembro de 2011

Intel apresenta co-processador de 1 teraflops.


Co-processador

Antes de mais nada o que é um coprocessador? então é mais ou menos uma CPU auxiliar que tem como função suplementar as funções de uma CPU principal.

As operações realizadas por um coprocessador podem ser de ponto flutuante aritmético, computação gráfica, processamento de sinais, processamento de cadeias de caracteres ou criptografia. Ao assumir tarefas que consomem tempo de processamento, os coprocessadores podem acelerar a performance geral de um sistema.

Coprocessadores também permitem que uma linha de computadores seja customizada, de forma que consumidores que não precisem de recursos extras não tenham de pagar por isso.

Os coprocessadores foram vistos inicialmente em mainframes, onde acrescentavam funcionalidades adicionais "opcionais" tais como suporte matemático de ponto flutuante. Um uso mais comum foi o de controlar canais de entrada/saída, embora neste papel eles fossem mais comumente referenciados como controladores de canais.

Para o funcionamento do de algumas placas como a de audio é necessário ter o driver do co-processador instalado.

Fonte: Wikipédia, a enciclopédia livre.
Link: http://pt.wikipedia.org/wiki/Coprocessador



A Intel apresentou o seu Knights Corner, um co-processador que permite alcançar a marca de 1 teraflops - 1 trilhão de operações de ponto flutuante por segundo.

O chip não é um processador comum, é um co-processador, cuja função é tirar do processador a incumbência de realizar os cálculos matemáticos mais intensivos.

No início do desenvolvimento dos computadores pessoais, os chamados co-processadores matemáticos eram comuns.

Com o passar do tempo, sobretudo graças à miniaturização, eles foram levados para dentro do processador.

Enfrentar as GPUs

Agora, com os problemas crescentes de dissipação de calor, a empresa parece ter encontrado na reinvenção do co-processador separado uma forma de aumentar a velocidade dos computadores sem risco de fritar os chips.

O mais importante, contudo, parece ser fazer frente às GPUs, os processadores gráficos da nVidia, que estão dominando o mercado dos chamados "supercomputadores de baixo custo".

Muitos flops

O Knights Corner tem nada menos do que 50 núcleos em um único chip e, segundo a empresa, já incorpora a especificação PCI Express 3.0, que eleva a transferência de dados para 32 gigabytes por segundo.

Quando a Intel apresentou seu primeiro supercomputador na classe de 1 teraflops, em 1997, a máquina usava 10.000 processadores Pentium II, o estado-da-arte na época, e custava US$55 milhões.

Agora tudo caberá em um único conjunto processador/co-processador.

Em 2008, o Roadrunner, da IBM, foi o primeiro supercomputador a atingir a marca de 1 petaflops - 1.000 trilhões de operações por segundo.

A Intel afirma que espera chegar aos exaflops em 2018. Já a IBM não marcou data, mas afirma que seus computadores de classe exaflops usarão processadores com comunicação por luz.

Artigo publicado no site: http://www.inovacaotecnologica.com.br/noticias/noticia.php?artigo=intel-apresenta-co-processador-1-teraflops&id=010150111118&ebol=sim

quinta-feira, 17 de novembro de 2011

Google Music


Depois de muita especulação, o Google Music agora é oficial. Anunciado ontem(16/11/11), o aplicativo saiu do Beta e está disponível apenas para os EUA e aos poucos será lançado no mundo.

O Google Music, com mais de 13 milhões de canções, será integrado ao Android Market, a loja online da empresa para vídeos e aplicativos destinados a celulares inteligentes, em um esforço para recuperar o atraso com relação aos rivais. O Google Music permitirá que o líder das buscas na web faça o mesmo ao oferecer aos seus usuários acesso a músicas em diferentes aparelhos conectados à Internet, e ao facilitar o compartilhamento de faixas entre amigos.

O Google também está tentando fazer parceria com novos artistas com a nova funcionalidade Artist Hub, onde os próprios músicos criarão uma conta por 25 dólares podendo colocar a venda suas faixas. O Google ficará com 30% das vendas e o restante serão dos próprios artistas. É mais ou menos o que fazia o MySpace, com a possibilidade dos artistas também venderem suas músicas.

A empresa fechou acordo com três das quatro grandes gravadoras dos EUA (Sony, EMI e Universal disponibilizam suas músicas, Warner não) e alguns selos independentes. As canções custarão entre US$ 0,99 e US$ 1,29. Será possível comprar músicas tanto pelo PC quanto por dispositivos com Android, as quais poderão ser enviadas para a nuvem do Google e acessadas em qualquer lugar com conexão com à internet. Cada usuário pode enviar até 20 mil músicas gratuitamente para a nuvem. E, como todo serviço do Google, o Music terá integração com a rede social Plus. As músicas compradas na loja virtual poderão ser compartilhadas no Stream do Google+. Assim, os amigos poderão ouvi-la gratuitamente por streaming.

Analistas dizem que vender música online não deve elevar muito a receita do Google. Mas afirmam que a empresa precisa participar desse mercado para garantir que os esforços do Android no mercado móvel acompanhem os de seus concorrentes.

Confira o vídeo:

domingo, 13 de novembro de 2011

Memória flexível, Já pensou?

Memória resistiva

Engenheiros coreanos criaram a primeira memória RAM flexível totalmente funcional.

É eles a chamam de RRAM ou, mais formalmente, de memória de acesso aleatório resistiva não-volátil flexível.

Keon Jae Lee e seus colegas do Instituto KAIST afirmam que as células de RRAM podem ser acessadas aleatoriamente, escritas e apagadas, em condições normais de operação, tudo sobre um substrato plástico flexível.

Este é um feito importante da eletrônica orgânica, cuja principal promessa - além do baixo consumo de energia e baixo custo - é a criação de equipamentos flexíveis, como telas de enrolar e computadores de vestir.

Embora vários grupos de pesquisa tenham apresentado memórias fabricadas sobre plástico antes, as interferências entre as células têm impedido que elas cheguem à fase de produção industrial.

A grande dificuldade é a integração dos transistores com as células de memória, uma vez que os transistores orgânicos ainda não haviam alcançado um desempenho suficiente para controlar as células de memória convencionais.

A nova memória é um passo firme para a fabricação de equipamentos flexíveis, como telas de enrolar e computadores de vestir.

A equipe do Dr. Lee resolveu o problema da interferência entre as células de memória usando dois componentes individualmente inovadores.

O primeiro é um memristor, um componente inovador que está sendo considerado a base de uma nova geração de computadores graças à sua capacidade de "lembrar" dos dados que ele registra - por isso ele é muitas vezes chamado de sinapse artificial.

Cada memristor, feito de óxido de titânio, foi integrado ao segundo componente inovador, um transístor formado por um único cristal de silício.

E, não menos inovador, ambos foram postos para funcionar sobre um substrato plástico, em vez da tradicional pastilha de silício.

"Este resultado representa uma tecnologia com um fortíssimo potencial para tornar realidade sistemas eletrônicos verdadeiramente flexíveis, para o desenvolvimento de computadores dobráveis, em um futuro próximo," disse o pesquisador.

domingo, 6 de novembro de 2011

Interessante

Microscópio multitoque

Pesquisadores finlandeses transformaram uma enorme tela sensível ao toque em um sistema inédito para controle de um microscópio.

O resultado é uma forma totalmente nova de fazer microscopia: o usuário amplia e reduz as imagens tocando na tela, incluindo a capacidade de multitoque.

É possível também deslocar o foco do microscópio, de forma a visualizar outras partes da amostra.

Usando o controle por toque é possível passar da imagem em tamanho natural até uma ampliação de 1.000 vezes, o que permite a visualização de células e até mesmo de detalhes no interior de uma célula.

Interface famosa

"Nossa tela é um iPad com esteroides," brinca Johan Lundin, um dos criadores da técnica.

Continuando as comparações, o pesquisador afirma que a movimentação das imagens é parecida com a navegação no Google Maps, enquanto o controle lembra o filme Minority Report.

Além de facilitar o trabalho nos laboratórios, os pesquisadores esperam que sua nova ferramenta possa ser usada em sala de aula, diminuindo a necessidade de equipamentos e melhorando a interação entre os alunos, que poderão discutir os detalhes enquanto os observam e manipulam.

O sistema pode ser ligado diretamente a um microscópio digital ou ser acoplado a um banco de imagens de micrografias.

Vídeo sobre o assunto:

http://www.youtube.com/watch?feature=player_embedded&v=ihaM3DvyUHE

Ref: http://www.inovacaotecnologica.com.br/noticias/noticia.php?artigo=tela-multitoque-microscopio-interativo&id=010165111102&ebol=sim



domingo, 30 de outubro de 2011

Helicóptero virtual é pilotado apenas com o pensamento


Cientistas criaram uma interface neural não-invasiva que permite que os usuários controlem um helicóptero virtual usando apenas suas mentes.

Os sinais do eletroencefalograma são filtrados temporal e espacialmente para produzir os componentes individuais do movimento 3D.


A interface cérebro-computador é um aprimoramento de um exame de eletroencefalografia que usa eletrodos fixados em uma touca flexível.

O grande avanço em relação aos experimentos anteriores do mesmo tipo é que os usuários pilotam seu helicóptero em um espaço tridimensional livre.

Esta é uma tarefa bem mais complexa do que pegar um objeto usando um braço robótico, por exemplo, porque toda a cena, que é acompanhada pelo usuário na tela de um computador, está em contínuo movimento.

Interface neural não-invasiva

Vários trabalhos anteriores nesta área exigiam tratamentos invasivos para medir a atividade intracraniana. Mas esta nova abordagem usa apenas uma touca flexível, não exigindo nem mesmo que o usuário raspe os cabelos.

A interface neural monitora ondas específicas do cérebro, conhecidas como ritmo sensório-motor, que por sua vez podem ser caracterizadas e calibradas para controlar os movimentos do helicóptero na tela.


A tarefa exigia que os usuários pilotassem seu helicóptero virtual através de anéis posicionados aleatoriamente no espaço tridimensional.
Estes componentes são ponderados e digitalizados de forma a gerar uma saída que controla o helicóptero virtual.

Controle mental do mundo virtual

Simplesmente pensando na direção que deseja seguir, o usuário navega continuamente e com muita precisão - a meta é passar em três círculos que surgem em diferentes posições e diferentes altitudes no ambiente virtual.

A tarefa exigia que os usuários pilotassem seu helicóptero virtual através dos anéis, posicionados aleatoriamente no espaço tridimensional.

A meta foi alcançada com sucesso de 85% das vezes.

"Este trabalho demonstra, pela primeira vez, que se pode realizar um controle tridimensional, contínuo e em tempo real, de um objeto voador em um mundo virtual," disse o Dr. Bin He, da Universidade de Minnesota, nos Estados Unidos, coordenador do trabalho.

Embora as aplicações em entretenimento sejam óbvias, o Dr. He está mais interessado em criar uma interface neural que permita que pessoas parcial ou totalmente paralisadas controlem próteses e até robôs assistentes.


Artigo publicado no site http://www.inovacaotecnologica.com.br.

ref: http://www.inovacaotecnologica.com.br/noticias/noticia.php?artigo=helicoptero-virtual-pilotado-apenas-pensamento&id=010150111028

quinta-feira, 27 de outubro de 2011

Tela sensível ao toque sabe qual parte do dedo você está usando

As telas sensíveis ao toque já se tornaram tão onipresentes hoje em dia que achamos que não há muito onde inovar nelas. Um grupo de pesquisadores da Universidade de Carnegie Mellon, no entanto, discorda. O grupo desenvolveu uma tela sensível ao toque capaz de detectar com qual parte do dedo você está tocando na tela. Apesar de parecer uma tecnologia de utilidade um pouco questionável, seus criadores também desenvolveram algumas demonstrações de como ela pode ser potencialmente útil.

Chamada de TapSense, a nova tecnologia é capaz de detectar quatro partes diferentes do dedo: a unha, o ligamento, a ponta e a digital. Ela funciona detectando, por meio de microfones mais potentes, os sons que o dedo faz ao tocar na tela e assimilando uma parte dele a cada padrão de som diferente. O vídeo abaixo exibe uma explicação mais detalhada em inglês e demonstra alguns dos usos pensados pelo grupo.




Os pesquisadores responsáveis, Chris Harrison, Julia Schwarz e Scott Hudson, dizem que o método usado no TapSense consegue descobrir qual parte do dedo está tocando a tela com 95% de precisão. Além disso, ela pode ser usada com outros itens, como canetas especiais, que desenhariam em cores diferentes na tela de acordo com o material da caneta.

Fonte: NetworkWorld.

domingo, 23 de outubro de 2011

Skinput


Da pele para qualquer coisa

Em 2010, pesquisadores da Universidade Carnegie Mellon, nos Estados Unidos, criaram uma tecnologia inédita de interface, que permite transformar a própria pele em um teclado virtual.

Eles a batizaram de Skinput - uma mescla de skin (pele) e input (entrada de dados).

Agora, em colaboração com a Microsoft Research, eles aprimoraram a tecnologia e a rebatizaram de OmniTouch - uma tecnologia que transforma qualquer superfície em uma interface por toque.

Como não poderia deixar de ser, a OmniTouch incorporou a tecnologia do Kinect, que substituiu os sensores acústicos por uma câmera para rastrear os dedos do usuário sobre as superfícies.

O ganho é que os controles podem ser projetados em qualquer superfície, sem exigir a instalação dos sensores.


A nova tecnologia de interface é promissora, mas precisa primeiro ganhar um banho de mobilidade.



Banho de mobilidade

Um pico-projetor superpõe teclados e outros controles em qualquer superfície, ajustando-se automaticamente ao formato e orientação da superfície, de forma a evitar distorções das imagens projetadas, permitindo que até braços e mãos transformem-se em interfaces usáveis.

A câmera detectora de profundidade do Kinect, por sua vez, rastreia os dedos em 3D, simulando com grande realismo uma tela sensível ao toque na superfície onde a imagem está projetada.

"É concebível que qualquer coisa que você faça hoje nos dispositivos móveis, você será capaz de fazer na sua mão usando o OmniTouch," afirmou Chris Harrison, criador do Skinput original e membro da equipe que fez o upgrade para o OmniTouch.

Digitar o número do telefone na palma da mão ou projetar um teclado qwerty sobre a carteira ou o caderno realmente parecem ser alternativas promissoras.

Antes, porém, a tecnologia terá que ela própria receber um banho de mobilidade: o aparato requer um suporte sobre os ombros, nada simpático e nem um pouco prático.

domingo, 16 de outubro de 2011

Criado tablet para escrever em Braille

Mudando de ideia

Pesquisadores da Universidade de Stanford, nos Estados Unidos, criaram um tablet que permite escrever braile usando a tela sensível ao toque.

"Originalmente, nossa intenção era criar um aplicativo de reconhecimento de caracteres que pudesse usar uma câmera de um dispositivo móvel - um celular ou um tablet - para transformar páginas em Braille em textos correntes," explica Adam Duran, idealizador do projeto.

Mas os problemas começaram a pipocar rápido.

"Como é que uma pessoa cega vai orientar uma página para que o computador saiba qual é o lado de cima? Como uma pessoa cega vai garantir a iluminação correta de toda a página," explica Duran.

Logo ficou claro para ele e seus colegas Adrian Lew e Sohan Dharmaraja que o pulo do gato não era fazer um leitor Braille, mas um "escrevedor" Braille.

"Imagine ser um cego em uma sala de aula, como é que você vai fazer anotações," comenta Lew. "E como fazer se você estiver na rua e precisar anotar um número de telefone? Estas são questões reais com que as pessoas cegas se deparam no dia-a-dia."

Tablet para escrever em Braille

Uma máquina de escrever Braille moderna se parece com um notebook sem tela, com um teclado de oito teclas - seis para criar o caracter, mais um enter e um delete.

O maior desafio foi criar uma forma para que uma pessoa cega pudesse encontrar as teclas em uma tela sensível ao toque comum, que é plana, sem nenhuma saliência.

Então, em vez de criar teclas na tela que o usuário precise localizar, os cientistas inverteram o processo: o usuário coloca oito dedos simultaneamente sobre a tela e o programa leva as teclas virtuais até cada um dos dedos.

Se o usuário ficar perdido no meio da digitação, basta tirar todos os dedos da tela e começar de novo.

Os cientistas afirmam que um tablet Braille deverá custar um décimo do preço de uma máquina de escrever Braille tradicional.

domingo, 9 de outubro de 2011

WebService

Web service é uma solução utilizada na integração de sistemas e na comunicação entre aplicações diferentes. Com esta tecnologia é possível que novas aplicações possam interagir com aquelas que já existem e que sistemas desenvolvidos em plataformas diferentes sejam compatíveis. Os Web services são componentes que permitem às aplicações enviar e receber dados em formato XML. Cada aplicação pode ter a sua própria "linguagem", que é traduzida para uma linguagem universal, o formato XML.
Tecnologias

As bases para a construção de um Web service são os padrões XML e SOAP. O transporte dos dados é realizado normalmente via protocolo HTTP ou HTTPS para conexões seguras (o padrão não determina o protocolo de transporte). Os dados são transferidos no formato XML, encapsulados pelo protocolo SOAP.
[editar]Segurança

Muitas empresas temiam, no passado, prover funcionalidades na Internet devido ao medo de expor seus dados. Mas com advento dos Web Services elas podem publicar serviços de forma simples e que são totalmente isolados da base de dados.
A segurança dos Web Services é um dos pontos fracos desta tecnologia. O problema não é a falta de mecanismos de segurança mas sim a falta de consenso em qual deve ser o mecanismo a ser adaptado pela tecnologia Web Service, As questões mais relevantes na segurança são as seguintes: - Autenticidade (ter a certeza que uma transacção do Web Service ocorreu entre o servidor e seu cliente; - Privacidade (todas as mensagens trocadas entre o servidor e o cliente não são interceptadas por uma pessoa não autorizada); - Integridade (as mensagens enviadas tanto pelo servidor ao cliente, como o contrário, devem permanecer inalteradas).
A seguir, descrevem-se os principais mecanismos de segurança.
[editar]SSL
O SSL (Secure Socket Layer) [Netscape 1996] quando aplicado a pequenos dispositivos oferece autenticação, integridade de dados e privacidade de serviços. Actualmente, a solução para enviar informação confidencial para Web Services é utilizar um mecanismo de segurança SSL sobre HTTP também conhecido como HTTPS (Hypertext Transfer Protocol Secure). Este mecanismo protege informações confidenciais e é fácil de ser configurado. Tem como desvantagem ser mais lento do que as transacções HTTP não cifradas pelo que não é adequado para taxas de transferências de dados elevadas.
[editar]Xml signature
A XML Signature [IETF e W3C 2000] é uma iniciativa conjunta da IETF (Internet Engineering Task Force) e do W3C para especificar uma sintaxe XML e regras de processamento para criação e representação digital de assinaturas. As vantagens na utilização da XML Signature, ao contrário de outras normas de assinaturas digitais, estão baseadas na independência da linguagem de programação, fácil interpretação humana e independência do fabricante. Esta tecnologia também permite assinar digitalmente subconjuntos de um documento XML.
[editar]Xml encryption
A XML Encryption [IETF e W3C 2002] especifica um processo para cifra de dados e sua representação em formato XML. Os dados podem ser dados arbitrários (incluindo um documento XML), elementos XML ou conteúdos de elementos XML. Um documento XML que utiliza a XML Encryption pode ser visto por qualquer utilizador, mas apenas o proprietário da chave de descodificação conseguirá compreender o conteúdo codificado.
[editar]Ws-security
O WS-Security (Web Services Security) é uma iniciativa conjunta de empresas como Microsoft, IBM e Verisign destinada ao uso da XML-Signature e da XML-Encryption para fornecer segurança às mensagens SOAP. O WS-Security é um esforço destinado a fazer com que os Web Services trabalhem melhor em um ambiente global. O WS-Security também inclui alguns importantes componentes como encaminhamento, confiança e tratamento de transações.
[editar]Saml
O SAML (Security Assertion Markup Language) [OASIS 2001] é uma norma emergente para a troca de informação sobre autenticação e autorização. O SAML soluciona um importante problema para as aplicações da próxima geração, que é a possibilidade de utilizadores transportarem seus direitos entre diferentes Web Services. Isto é importante para aplicações que tencionam integrar um número de Web Services para formar uma aplicação unificada.
[editar]Limitações associados aos Web Services

Apesar da sua grande popularidade [carece de fontes] e relativa simplicidade [carece de fontes], o SOAP tem várias limitações, que por sua vez afetam os Web Services diretamente, por dependerem de tais recursos.
As limitações são descritas em seguida:
Segurança e privacidade – nenhuma das versões do SOAP define qualquer tipo de segurança. Isto é devido ao SOAP utilizar HTTP, mas para implementar mecanismos de segurança ao nível da rede pode utilizar o protocolo SSL no HTTP (também conhecido como HTTPS) para garantir a confidencialidade, a integridade e a autenticação do cliente, do servidor e da comunicação cifrada.
Como não existe um suporte para segurança, que inclui a privacidade, nas normas que compõem os Web Services, tem levado cada projecto a procurar diferentes soluções para resolver o problema da segurança o que se torna incompatível com a promessa de implementar uma normalização a nível global.
Mensagens e encaminhamento – para suportar as funcionalidades das mensagens assíncronas tradicionais
Qualidade de serviço e confiabilidade – para garantir tempos de resposta e detectar excepções
Processamento transaccional – para suportar comunicação transaccional, para associar essa comunicação transaccional com as transacções locais e para participar em transacções distribuídas
Gestão – para controlar o estado e comportamento dos Web Services
Desempenho – para optimizar a execução dos Web Services que tem implicações ao nível do desenho das aplicações, chamadas remotas, características da rede e armazenamento/processamento dos documentos
Interoperabilidade – suportar a interoperação sem problemas é o grande objectivo dos Web Services e do SOAP, ou seja, fornecerem uma plataforma de integração entre aplicações e diferentes linguagens e implementados em qualquer sistema operativo.
Assim esta tecnologia seria uma tecnologia normalizada mas, no entanto, existem rivalidades entre fornecedores. Por exemplo, o AXIS (implementação SOAP do projecto Apache) não é compatível com.Net da Microsoft, por isso gera interfaces em dois formatos, uma para consumo próprio e outra diferente para o.Net ser compatível com o Axis.
Para resolver este problema existe várias abordagens como o SOAPBuilders Interoperability Lab que fornece uma plataforma para testar a interoperabilidade dos produtos.

O que é Hibernate?

O Hibernate é um framework para omapeamento Objeto-Relacionalescrito na linguagemJava, mas também é disponível em .Net como o nomeNHibernate. Ele facilita o mapeamento dos atributos entre uma base tradicional de dados relacionais e o modelo objeto de uma aplicação, mediante o uso de arquivos (XML) para estabelecer esta relação. O objetivo do Hibernate é diminuir a complexidade entre os programas Java, baseado no modelo orientado a objeto. Mas o framework não é uma boa opção para todos os tipos de aplicação, ele é mais indicado para sistemas que contam com um modelo rico, onde a maior parte da lógica de negócios fica na própria aplicação Java. Segundo a documentação oficial o Hibernate pretende retirar do desenvolvedor cerca de 95% das tarefas mais comuns de persistência de dados.

As questões relacionadas para o gerenciamento de transações e na tecnologia de acesso à base de dados são de responsabilidade de outros elementos na infraestrutura do programa. Apesar de existirem API no Hibernate para possuir operações de controle transacional, ele simplesmente delegará estas funções para a infraestrutura na qual foi instalada.

No caso de aplicações construídas para serem executadas em servidores de aplicação, o gerenciamento das transações é realizado segundo o padrão JTA. Já nas aplicações standalone, o programa delega o tratamento transacional ao driver JDBC. O Hibernate foi criado por desenvolvedores Java, espalhados ao redor do mundo, e liderado por Gavin King. Posteriormente, A JBoss Inc (empresa comprada pela Red Hat) contratou os principais desenvolvedores do programa para fazer o seu suporte.

O Hibernate 3 também se aproxima das especificações EJB 3.0 e atua como a espinha dorsal das implementações EJB 3.0 em JBoss. A HQL (Hibernate Query Language) é um dialeto SQL para o Hibernate. Ela é uma poderosa linguagem de consulta que se parece muito com a SQL, mas a HQL é totalmente orientada a objeto, incluindo os paradigmas de herança, polimorfismo e encapsulamento. No Hibernate, você pode escolher tanto usar a SQL quanto a HQL. Escolhendo a HQL, você poderá executar os pedidos SQL sobre as classes de persistência do Java ao invés de tabelas no banco de dados, aumentando, assim, a distância entre o desenvolvimento da regras de negócio e o banco de dados.

Resumindo o Hibernate transforma os dados de um objeto em uma linha de uma tabela de um banco de dados, ou de forma inversa. Com o Hibernate também é possível mapear todos os relacionamentos existentes entre as tabelas de um banco de dados relacional.

Computação Cognitiva


Em primeiro lugar "Cognição" é o ato ou processo de conhecer, que envolve atenção, percepção, memória, raciocínio, juízo, imaginação, pensamento e linguagem, a palavra tem origem nos escritos de Platão e Aristóteles.

Então vamos falar um pouco da Computação Cognitiva que nada mais é que tentar com a informatica tem tentar imitar ou assimilar a capacidade humana de aprender e interagir com o ambiente.

Atualmente esse tema vem sido abordado por cientistas, neurologistas e psicólogos,e principalmente por grandes empresas que investem pesado em novas tecnologias, em agosto desse ano (18/08/2011 ) por exemplo a "IBM" apresentou uma nova geração de processadores experimentais "projetados para emular as capacidades do cérebro de percepção, sensação, ação, interação e cognição," segundo nota da empresa.

Em 2009, a IBM havia feito uma simulação por software equivalente ao cérebro de um gato. Mas o esforço em torno da chamada "computação cognitiva" vem ocupando os cientistas da empresa e de seus parceiros universitários há alguns anos.
Agora, eles estão colhendo os primeiro frutos de um hardware cognitivo, ainda que a alegada emulação da "percepção, sensação, ação, interação e cognição" do cérebro biológico pareça um tanto exagerada.

O projeto chama-se Synapse (Systems of Neuromorphic Adaptive Plastic Scalable Electronics) e o objetivo é criar um sistema - que inclui hardware e software - capaz de analisar informações em paralelo e reconfigurar-se dinamicamente em tempo de execução - vale dizer, aprender com a própria tarefa que está sendo realizada.

Projeto Synapse

O objetivo do projeto do processador cognitivo não é simular o cérebro humano, é usar o que já se sabe sobre o funcionamento dos cérebros biológicos para construir um sistema capaz de aprender e interagir com o ambiente.
Sem dúvida, um passo gigantesco em relação à arquitetura da computação atual, ainda que o projeto esteja dando apenas seus primeiros passos.
Composto de cinco fases (da Fase 0 à Fase 4), a empresa alega ter agora completado a Fase 1, que é o desenvolvimento do primeiro protótipo em hardware.

A Fase 2 do projeto Synapse, que se iniciará agora, pretende integrar todo o sistema cognitivo em um único chip, simulando em computadores tradicionais o funcionamento de um processador cognitivo com 10 milhões de neurônios.

A Fase 3 consistirá na fabricação e teste do processador cognitivo de 106 neurônios e o projeto e simulação de um protótipo com 108 neurônios.

Finalmente, a Fase 4 tentará construir um processador cognitivo com 108 neurônios, pronto para ser incorporado em um robô capaz de aprender.

Pesquisadores ensinam o primeiro chip cognitivo - um "cérebro" com 256 neurônios - a reconhecer padrões.

Processadores neuro-sinápticos

Apresentou dois protótipos dos novos "processadores neuro-sinápticos", que trabalham de forma totalmente diferente da arquitetura dos processadores atuais, conhecida como arquitetura Von Neumann.

Ambos possuem 256 "neurônios". O primeiro contém 262.144 sinapses programáveis e o segundo possui 65.536 sinapses reconfiguráveis.


IBM lança o "morphing chip", um processador capaz de se reconfigurar
Ambos foram testados em aplicações simples voltados à navegação, visão de máquina, reconhecimento de padrões, memória associativa e classificação de dados.

Referências:





Google - Data Center em Alto Mar

Em sua modesta ambição de organizar toda a informação da internet, o Google tornou-se um dos maiores responsáveis por armazenar dados no mundo. A expansão dos data centers, no entanto, pressiona os custos da companhia e a coloca a na mira de ambientalistas, preocupados com o consumo excessivo de energia.

Uma ousada proposta para cortar custos e explorar energias limpas é a criação de data centers em alto mar, ideia que o Google registrou no Trademark Office, órgão responsável por patentes nos Estados Unidos.

O Google não informa quando pretende colocar no oceano os primeiros navios/data center. Já a IDS, uma companhia americana de storage que detém patente similar para criar data centers flutuantes, prevê colocar em navegação seu primeiro barco do tipo até abril.

No caso da IDS, a companhia comprou navios antigos que seriam aposentados por armadores. As embarcações estão sendo reformadas no porto de São Francisco, na Califórnia. Vão receber preparo especial para acomodar servidores, escritórios, gerador de energia, baterias, dormitórios e refeitório.

O navio contará com hélices aéreas para captar os ventos marítimos e transformá-los em energia elétrica. Um sistema de bóias lançadas ao mar é capaz também de transformar o movimento das ondas do oceano em energia. 

A geração de eletricidade baseada no movimento das ondas já é explorada comercialmente na costa de Portugal, numa demonstração de que o recurso é viável.

Além destas características, a embarcação vai usar água fresca do mar para circular em meio aos servidores, contribuindo para refrigerar os equipamentos.

Embora o investimento inicial seja considerado alto, com o tempo o projeto mostra-se economicamente interessante, pois poupa as empresas do aluguel de espaços físicos em continentes, do pagamento de impostos sobre propriedade de imóveis e gera economia de energia.

O projeto prevê ainda a instalação de baterias nas embarcações de modo que, mesmo que o barco fique inacessível por até 30 dias, os servidores continuam funcionando normalmente. Um gerador elétrico movido a diesel também pode ser instalado para uso em situações excepcionais, como ausência de ventos ou movimento das ondas por vários dias.

domingo, 2 de outubro de 2011

Ajax - Programação

AJAX é o uso sistemático de tecnologias providas por navegadores, como Javascript e
XML, para tornar páginas mais interativas com o usuário, utilizando-se de solicitações assíncronas de informações.
AJAX não é uma tecnologia, mas sim um agregado de várias delas, trabalhando juntas
para oferecer novas funcionalidades. São elas:

Apresentação baseada em padrões, usando XHTML e CSS;
Exposição e interação dinâmica usando o DOM;
Intercâmbio e manipulação de dados usando XML e XSLT;
Recuperação assíncrona de dados usando o objeto XMLHttpRequest;
e JavaScript unindo todas elas em conjunto.

A maior vantagem das aplicações AJAX é que elas rodam no próprio navegador Web.
Então, para estar apto a executar aplicações AJAX, bastar possuir algum dos navegadores modernos, ou seja, lançados após 2001.

Os quatro princípios de Ajax:

1 - O navegador hospeda uma aplicação, e não conteúdo
Uma grande proporção de código JavaScript é entregue ao usuário quando acessa o site/aplicativo AJAX pela primeira vez. Este conteúdo permanecerá com o usuário por toda a sessão. Ele sabe como responder às informações inseridas pelo usuário e é capaz de decidir se manipula a entrada do usuário ele mesmo ou se passa uma solicitação para o servidor Web, ou ainda se faz uma combinação de ambos.
O navegador também pode armazenar o estado do software, porque o documento continua persistindo sobre toda a sessão do usuário. Por exemplo, o conteúdo de uma cesta de compras pode ser armazenado no navegador, em vez de ser armazenado na sessão do servidor.

2 - O servidor fornece dados, e não conteúdo
Um carrinho de compra baseado em Ajax pode comportar-se de forma mais inteligente, por meio de remessas de solicitações assíncronas ao servidor. O cabeçalho, o histórico de navegação, e outras características do layout da página estão todas carregadas, portanto o servidor necessita enviar de volta somente os dados relevantes.
Em uma aplicação Ajax, o tráfego tem sua maior intensidade no início, com um largo e complexo cliente sendo entregue de uma única vez. As comunicações subseqüentes com o servidor são muito mais eficientes, já que portam apenas as porções de dados relevantes que resultam da interação da aplicação cliente com o servidor.

3 - A interação do usuário com a aplicação pode ser flexível e contínua
Para comunicar com o servidor em uma aplicação Web clássica, necessitamos clicar em um hyperlink ou submeter um formulário, e então aguardar. No entanto, este método interrompe a interação com o usuário. Em contraste, as técnicas de AJAX permitem que o usuário continue interagindo com outros elementos do software ao lado do cliente, enquanto o navegador executa sua comunicação com o servidor em segundo plano, avisando o usuário de forma inteligente quando obtiver o resultado desta comunicação.

4 - Real codificação requer disciplina
Até o presente, as aplicações Web tradicionais fazem uso de JavaScript em ocasiões esparsas, de forma superficial ou secundária, apenas para adicionar algumas funcionalidades às páginas Web. Isto fez com que JavaScript recebesse injustamente uma reputação de algo banal, não sendo bem visto pelos desenvolvedores sérios.
Codificar uma aplicação Ajax é algo completamente diferente. O código que você fornece quando os usuários iniciam a aplicação deve executar até que eles encerrem na, sem interrupção, sem diminuição de velocidade, e sem produção de escapes de memória. Se estivermos mirando no mercado de aplicações poderosas, então temos em vista muitas horas de intenso uso. Para atingirmos este objetivo, devemos escrever códigos de alto desempenho, e manuteníveis, usando a mesma disciplina e entendimento que é aplicado com sucesso às camadas do servidor.

Fonte: Wikipedia

FeTRAM



Combinando nanofios de silício e um plástico ferroelétrico, pesquisadores desenvolveram um novo tipo de memória de computador.

Como acontece com todos os novos tipos de memória de computador, este promete ser mais rápido e consumir menos energia - com a vantagem de não perder os dados quando o computador é desligado.

De fato, seu projeto é mais simples, o que torna possível consumir muito menos energia.

A nova memória é bastante similar às já bem conhecidas memórias ferroelétricas, ou FeRAMs.

Sua grande vantagem é que a informação armazenada no material ferroelétrico pode ser lida de forma não-destrutiva - a leitura não destrói o dado.

Com isto, torna-se possível armazenar o dado usando um transístor ferroelétrico, em vez de um capacitor, como nas atuais FeRAMs.

Transístor ferroelétrico

O polímero ferroelétrico muda de polaridade sob a ação de um campo elétrico, permitindo seu uso como um transístor ferroelétrico - na prática, uma célula de memória que não perde os dados depois que a energia é desligada.

A nova tecnologia é chamada FeTRAM, uma sigla para memória de acesso aleatório com transístor ferroelétrico.

"Nós desenvolvemos a teoria e fizemos o experimento, e também demonstramos que ele funciona em um circuito," afirmou Saptarshi Das, da Universidade Purdue, nos Estados Unidos.

Graças à eliminação do capacitor, a memória não-volátil tem potencial para usar 99% menos energia do que uma memória flash - como as usadas nos pen-drives.

"Entretanto, nosso dispositivo ainda consome mais energia porque ele ainda não foi adequadamente miniaturizado," pondera Das. "Para as futuras gerações da tecnologia FeTRAM um dos principais objetivos será a redução da dissipação de potência. Eles também poderão ser mais rápidos do que qualquer outro tipo de memória."

Matéria publicada no site:
http://www.inovacaotecnologica.com.br/noticias/noticia.php?artigo=fetram-memoria-nao-volatil&id=010110110929&ebol=sim

Teste de Software

O teste de software consiste em mais do que simplesmente avaliar as funções, a interface e as características de tempo de resposta de um objetivo do teste

O processo de teste de software tem duas metas distintas:

- Demonstrar ao desenvolvedor e ao cliente que o software atende aos requisitos. Para o software sob encomenda, isso significa que deve haver pelo menos um teste para cada requisito contido nos documentos de usuário e sistema. Para produtos de software genéricos, isso significa que deve haver testes para todas as características de sistema que serão incorporadas ao release do produto.
Alguns sistemas podem ter uma fase explicita de testes de aceitação, na qual o cliente verifica formalmente que o sistema entregue está em conformidade com a sua especificação.

- Descobrir falas ou defeitos no software que apresenta comportamento incorreto, não desejável ou em não conformidade com a especificação. O teste de defeitos relacionado à remoção de todos os tipos de comportamento indesejáveis de sistema como travamentos, interações indesejáveis com outros sistemas, cálculos incorretos e corrompimento de dados.

Tipos de Teste:

Teste de função: Testes destinados a validar as funções do objetivo do teste conforme o esperado, fornecendo os serviços, métodos ou casos de uso necessários. Esse teste é implementado e executado em diferentes objetivos do teste, como unidades, unidades integradas, aplicativos e sistemas.

Teste de segurança: Testes destinados a garantir que o objetivo do teste e os dados (ou sistemas) possam ser acessados apenas por determinados atores. Esse teste é implementado e executado em vários objetos de teste.

Teste de volume: Teste destinado a verificar a capacidade do objetivo do teste de lidar com um grande volume de dados, como entrada e saída ou residente no banco de dados. O teste de volume abrange estratégias de teste, como, por exemplo, a entrada de dados do volume máximo de dados em cada campo ou a criação de consultas que retornem todo o conteúdo do banco de dados ou que tenham tantas restrições que nenhum dado seja retornado.

Teste de usabilidade: Testes que enfatizam:
fatores humanos,
estética,
consistência na interface do usuário,
ajuda on-line e contextual,
assistentes e agentes,
documentação do usuário e
material de treinamento.

Teste de integridade: Testes destinados a avaliar a robustez do objetivo do teste (resistência a falhas) e a compatibilidade técnica em relação a linguagem, sintaxe e utilização de recursos. Esse teste é implementado e executado em vários objetivos do teste, como unidades e unidades integradas.

Teste de estrutura: Testes destinados a avaliar a adequação do objetivo do teste em relação a seu design e sua formação. Em geral, esse teste é realizado em aplicativos habilitados para a Web, garantindo que todos os links estejam conectados, que o conteúdo apropriado seja exibido e que não haja conteúdo órfão.

Teste de stress: Tipo de teste de confiabilidade destinado a avaliar como o sistema responde em condições anormais. O stress no sistema pode abranger cargas de trabalho extremas, memória insuficiente, hardware e serviços indisponíveis ou recursos compartilhados limitados. Normalmente, esses testes são executados para compreender melhor como e em quais áreas o sistema será dividido, para que os planos de contingência e a manutenção de atualização possam ser planejados e orçados com bastante antecedência.

Teste de avaliação de desempenho: Tipo de teste de desempenho que compara o desempenho de um objetivo do teste (novo ou desconhecido) a um sistema e uma carga de trabalho de referência conhecidos.

Teste de contenção: Testes destinados a verificar se os objetivos do teste podem lidar de forma aceitável com as demandas de vários atores no mesmo recurso (registros de dados, memória, etc.).

Teste de carga: Tipo de teste de desempenho usado para validar e avaliar a aceitabilidade dos limites operacionais de um sistema de acordo com cargas de trabalho variáveis, enquanto o sistema em teste permanece constante. Em algumas variáveis, a carga de trabalho permanece constante e a configuração do sistema em teste é que varia. Geralmente, as medições são tomadas com base na taxa de transferência de dados da carga de trabalho e no tempo de resposta da transação alinhado. As variações na carga de trabalho normalmente incluem a emulação das cargas de trabalho médias e máximas que ocorrem dentro de tolerâncias operacionais normais.

Perfil de desempenho: Teste em que o perfil de andamento do objetivo do teste é monitorado (inclusive fluxo de execução, acesso a dados e chamadas de função e de sistema), a fim de identificar e lidar com gargalos de desempenho e processos ineficientes.

Teste de configuração: Teste destinado a garantir que o objetivo do teste funcione conforme o esperado em diferentes configurações de hardware e/ou software. Esse teste também pode ser implementado como um teste de desempenho do sistema.

Teste de instalação: Teste destinado a garantir que o objetivo do teste seja instalado conforme o esperado em diferentes configurações de hardware e/ou software e sob diferentes condições (como no caso de espaço insuficiente em disco ou interrupção de energia). Esse teste é implementado e executado em aplicativos e sistemas.