segunda-feira, 28 de novembro de 2011

Conheça o Iris



Com pouco tempo depois de a Apple lançar sua assistente virtual no iPhone 4S o Siri. Surgiu o Iris - Intelligent Rival Imitator of Siri (Rival Inteligente Imitadora da Siri), que está sendo conhecido na internet como o ‘Siri para Android’. Com o grande sucesso e repercussão do Siri, uma equipe do Dexetra, com muito humor, implementou em oito horas esta aplicação, o que seria uma imitação do Siri.

Ela basicamente usa o sistema de reconhecimento de fala do Android(speech-to-text) para converter perguntas em texto, analisa seu conteúdo e faz buscas na Wikipédia ou no Google para obter respostas, ou no caso de seu banco de dados conter alguma resposta engraçadinha, ela pode entreter você.



domingo, 27 de novembro de 2011

Computadores quânticos




Muito antes que os computadores quânticos se tornem realidade, a mecânica quântica poderá ajudar a transformar os computadores tradicionais em supermáquinas.

Um avanço demonstrado por pesquisadores da IBM e do Instituto Politécnico Federal de Lausanne, na Suíça, promete que, em 2017, os fenômenos quânticos ajudarão a diminuir o consumo de energia dos equipamentos eletrônicos por um fator de 100.

Como o grande limitador ao aumento de velocidade dos processadores é justamente o elevado consumo de energia - e, por decorrência o calor dissipado por eles - é de se esperar um aumento equivalente na velocidade de processamento.

Há poucos dias, a IBM anunciou uma tecnologia que usa metal líquido para retirar calor dos processadores, afirmando que isso permitiria colocar um supercomputador atual dentro de um celular "em poucos anos."

Agora os pesquisadores resolveram marcar data: 2017.

Transístor quântico

O segredo está em um novo tipo de transístor, o elemento fundamental de toda a eletrônica, chamado Túnel-FET, ou TFET.

O termo túnel se refere ao fenômeno do tunelamento quântico, pelo qual uma partícula consegue atravessar uma barreira física - este fenômeno já é largamente utilizado, por exemplo, nos microscópios eletrônicos de tunelamento. FET é uma sigla em inglês para transístor de efeito de campo.

A tecnologia atual é baseada nos transistores de efeito de campo, onde um fluxo de elétrons ativa ou desativa o transístor - um fluxo de bilhões de elétrons, que esquenta tudo por onde passam.

No transístor, duas câmaras são separadas por uma barreira de energia. Na primeira, uma horda de elétrons fica esperando quando o transístor está desligado (indicando um 0 binário, por exemplo). Quando é aplicada uma tensão, eles cruzam a barreira de energia, ativando o transístor. É o que se chama de injeção termal.

Ocorre que alguns elétrons acabam cruzando essa barreira antes da hora, mesmo que aparentemente não tivessem energia para tanto. Esse é o efeito túnel, que sempre atrapalhou o funcionamento dos transistores.

Agora o problema virou solução.

Estreitando a barreira do transístor torna-se possível amplificar o efeito quântico e passar a basear o funcionamento do transístor inteiro nesse tunelamento - é a chamada injeção por tunelamento.

Com isto, a energia necessária para que os elétrons cruzem a barreira é reduzida drasticamente.

"Substituindo o princípio do transístor de efeito de campo tradicional pelo efeito túnel, pode-se reduzir a tensão dos transistores de 1 volt para 0,2 volt," afirmou o Dr. Adrian M. Ionescu, que está desenvolvendo o Túnel-FET juntamente com Heike Riel.

Híbrido clássico-quântico

Esta é, na verdade, uma abordagem híbrida, ainda um passo aquém de um verdadeiro "transístor atômico", demonstrado recentemente por pesquisadores australianos e finlandeses.

Mas justamente isto torna sua adoção mais rápida, uma vez que os processadores poderão ser construídos com FETs e Túnel-FETs convivendo no mesmo chip.

"Os protótipos atuais foram construídos em ambiente pré-industrial. Nós podemos razoavelmente esperar vê-los em produção em massa por volta de 2017," disse Ionescu.

Referência:

Jon "Maddog" Hall - Uma Lenda...

Jon "Maddog" Hall é o Diretor Executivo da Linux International, uma associação sem fins lucrativos de empresas de grande relevância internacional na área de TI que desejam promover sistemas operacionais baseados em Linux. O apelido lhe foi dados por seus alunos na Hartford State Technical College, onde ele era Chefe do Departamento de Ciência da Computação. Segundo o próprio, ele prefere ser chamado pelo nome "maddog". O próprio Hall afirma que o apelido "vem de um tempo em que eu tinha pouco controle sobre o meu temperamento".



Jon trabalha com informática desde 1969, trabalhou para a Western Electric Corporation, Aetna Life and Casualty, Bell Laboratories, Digital Equipment Corporation, VA Linux Systems, e SGI. Atualmente, ele é o CTO e embaixador da Koolu.

Seu interesse por Linux surgiu na época em que trabalhava na Digital e foi fundamental para conseguir equipamentos e recursos para que Linus Torvalds pudesse completar seu primeiro porte, uma versão do Linux para a plataforma Alpha da Digital. Foi nessa época que Hall, que mora em New Hampshire, deu início ao Grupo de Usuário Linux de seu estado. A placa do carro de Hall é UNIX.

Jon Hall também é membro dos conselhos de várias empresas e organizações não governamentais, incluindo a Associação USENIX. Ele é reconhecido na comunidade de desenvolvedores e uma figura respeitada no movimento do software livre. No UK Linux and Open Source Awards 2006 ele recebeu um Prêmio de Reconhecimento para Toda a Vida por seus serviços à comunidade de Código Fonte Aberto. Hall possui mestrado em Ciência da Computação pelo Rensselaer Polytechnic Institute (1977) e um Bacharelado em Comércio e Engenharia pela Drexel University (1973).

JQuip

Uma nova biblioteca JavaScript alega oferecer 90% da funcionalidade da popular biblioteca jQuery com apenas 13% do tamanho. jQuip - JQuery-in-parts - é pequena o suficiente para ser incluída como fonte para evitar referências externas em páginas web, de acordo com os desenvolvedores. Ela oferece o seletor $() e métodos incluindo each, attr, bind, unbind, append, prepend, before, after e muitos mais. Também suporta uma larga gama de eventos e métodos estáticos. Plugins permitem à jQuip expandir sua capacidade para detectar documentReady e realizar manipulação de CSS e chamadas Ajax. Qualquer chamada ainda não implementada retorna uma exceção "not implemented". A licença é MIT e o código pode ser baixado de https://github.com/mythz/jquip .

quarta-feira, 23 de novembro de 2011

o que é o Siri?

Com o surgimento do novo iPhone 4s, veio o aplicativo Siri, que tem atraído a atenção de vários usuários, assim como também deixado a concorrência preocupada.



Definição do Siri segundo o site da Apple:
“Siri é o assistente pessoal inteligente que ajuda você a fazer as coisas só por uma pergunta. Ele permite que você use sua voz para enviar mensagens, agendar reuniões, realizar telefonemas, e muito mais. Mas Siri não é como software de reconhecimento de voz tradicional que exige que você lembre-se de palavras-chave e fale comandos específicos. O Siri entende seu discurso natural, e pede-lhe perguntas se ele precisa de mais informações para concluir uma tarefa.”



Siri usa o poder de processamento do chip A5 dual-core no iPhone 4S, e ele usa 3G e Wi-Fi para se comunicar rapidamente com os centros de dados da Apple. Para que ele possa entender rapidamente o que você diz e o que você está pedindo, em seguida, retornar rapidamente uma resposta.



De acordo com a informação divulgada pela Apple, o Siri, presente no iPhone 4S, será exclusivo do aparelho, não aparecendo em versões mais antigas do celular da empresa. A afirmação da companhia sobre a exclusividade do Siri no iPhone 4S foi feita em resposta para um desenvolvedor que enviou um e-mail para a empresa. Michael Steeber perguntou se o Siri seria lançado no iPod touch e iPhone 4 com o sistema operacional iOS 5. A resposta da Apple foi "não". Segundo informou um representante da Apple o “Siri funciona apenas no iPhone 4S e não há planos de levá-lo para outros dispositivos".


Há rumores na internet que a Apple estaria desenvolvendo uma TV controlado pelo Siri. O projeto de uma TV da Apple foi um dos últimos em que Jobs esteve envolvido, de acordo com o jornal The New York Times. O desenvolvimento começou há cerca de um ano, e a Apple planeja colocar no mercado seu primeiro televisor entre 2012 e 2013.

domingo, 20 de novembro de 2011

Intel apresenta co-processador de 1 teraflops.


Co-processador

Antes de mais nada o que é um coprocessador? então é mais ou menos uma CPU auxiliar que tem como função suplementar as funções de uma CPU principal.

As operações realizadas por um coprocessador podem ser de ponto flutuante aritmético, computação gráfica, processamento de sinais, processamento de cadeias de caracteres ou criptografia. Ao assumir tarefas que consomem tempo de processamento, os coprocessadores podem acelerar a performance geral de um sistema.

Coprocessadores também permitem que uma linha de computadores seja customizada, de forma que consumidores que não precisem de recursos extras não tenham de pagar por isso.

Os coprocessadores foram vistos inicialmente em mainframes, onde acrescentavam funcionalidades adicionais "opcionais" tais como suporte matemático de ponto flutuante. Um uso mais comum foi o de controlar canais de entrada/saída, embora neste papel eles fossem mais comumente referenciados como controladores de canais.

Para o funcionamento do de algumas placas como a de audio é necessário ter o driver do co-processador instalado.

Fonte: Wikipédia, a enciclopédia livre.
Link: http://pt.wikipedia.org/wiki/Coprocessador



A Intel apresentou o seu Knights Corner, um co-processador que permite alcançar a marca de 1 teraflops - 1 trilhão de operações de ponto flutuante por segundo.

O chip não é um processador comum, é um co-processador, cuja função é tirar do processador a incumbência de realizar os cálculos matemáticos mais intensivos.

No início do desenvolvimento dos computadores pessoais, os chamados co-processadores matemáticos eram comuns.

Com o passar do tempo, sobretudo graças à miniaturização, eles foram levados para dentro do processador.

Enfrentar as GPUs

Agora, com os problemas crescentes de dissipação de calor, a empresa parece ter encontrado na reinvenção do co-processador separado uma forma de aumentar a velocidade dos computadores sem risco de fritar os chips.

O mais importante, contudo, parece ser fazer frente às GPUs, os processadores gráficos da nVidia, que estão dominando o mercado dos chamados "supercomputadores de baixo custo".

Muitos flops

O Knights Corner tem nada menos do que 50 núcleos em um único chip e, segundo a empresa, já incorpora a especificação PCI Express 3.0, que eleva a transferência de dados para 32 gigabytes por segundo.

Quando a Intel apresentou seu primeiro supercomputador na classe de 1 teraflops, em 1997, a máquina usava 10.000 processadores Pentium II, o estado-da-arte na época, e custava US$55 milhões.

Agora tudo caberá em um único conjunto processador/co-processador.

Em 2008, o Roadrunner, da IBM, foi o primeiro supercomputador a atingir a marca de 1 petaflops - 1.000 trilhões de operações por segundo.

A Intel afirma que espera chegar aos exaflops em 2018. Já a IBM não marcou data, mas afirma que seus computadores de classe exaflops usarão processadores com comunicação por luz.

Artigo publicado no site: http://www.inovacaotecnologica.com.br/noticias/noticia.php?artigo=intel-apresenta-co-processador-1-teraflops&id=010150111118&ebol=sim

quinta-feira, 17 de novembro de 2011

Google Music


Depois de muita especulação, o Google Music agora é oficial. Anunciado ontem(16/11/11), o aplicativo saiu do Beta e está disponível apenas para os EUA e aos poucos será lançado no mundo.

O Google Music, com mais de 13 milhões de canções, será integrado ao Android Market, a loja online da empresa para vídeos e aplicativos destinados a celulares inteligentes, em um esforço para recuperar o atraso com relação aos rivais. O Google Music permitirá que o líder das buscas na web faça o mesmo ao oferecer aos seus usuários acesso a músicas em diferentes aparelhos conectados à Internet, e ao facilitar o compartilhamento de faixas entre amigos.

O Google também está tentando fazer parceria com novos artistas com a nova funcionalidade Artist Hub, onde os próprios músicos criarão uma conta por 25 dólares podendo colocar a venda suas faixas. O Google ficará com 30% das vendas e o restante serão dos próprios artistas. É mais ou menos o que fazia o MySpace, com a possibilidade dos artistas também venderem suas músicas.

A empresa fechou acordo com três das quatro grandes gravadoras dos EUA (Sony, EMI e Universal disponibilizam suas músicas, Warner não) e alguns selos independentes. As canções custarão entre US$ 0,99 e US$ 1,29. Será possível comprar músicas tanto pelo PC quanto por dispositivos com Android, as quais poderão ser enviadas para a nuvem do Google e acessadas em qualquer lugar com conexão com à internet. Cada usuário pode enviar até 20 mil músicas gratuitamente para a nuvem. E, como todo serviço do Google, o Music terá integração com a rede social Plus. As músicas compradas na loja virtual poderão ser compartilhadas no Stream do Google+. Assim, os amigos poderão ouvi-la gratuitamente por streaming.

Analistas dizem que vender música online não deve elevar muito a receita do Google. Mas afirmam que a empresa precisa participar desse mercado para garantir que os esforços do Android no mercado móvel acompanhem os de seus concorrentes.

Confira o vídeo:

domingo, 13 de novembro de 2011

Memória flexível, Já pensou?

Memória resistiva

Engenheiros coreanos criaram a primeira memória RAM flexível totalmente funcional.

É eles a chamam de RRAM ou, mais formalmente, de memória de acesso aleatório resistiva não-volátil flexível.

Keon Jae Lee e seus colegas do Instituto KAIST afirmam que as células de RRAM podem ser acessadas aleatoriamente, escritas e apagadas, em condições normais de operação, tudo sobre um substrato plástico flexível.

Este é um feito importante da eletrônica orgânica, cuja principal promessa - além do baixo consumo de energia e baixo custo - é a criação de equipamentos flexíveis, como telas de enrolar e computadores de vestir.

Embora vários grupos de pesquisa tenham apresentado memórias fabricadas sobre plástico antes, as interferências entre as células têm impedido que elas cheguem à fase de produção industrial.

A grande dificuldade é a integração dos transistores com as células de memória, uma vez que os transistores orgânicos ainda não haviam alcançado um desempenho suficiente para controlar as células de memória convencionais.

A nova memória é um passo firme para a fabricação de equipamentos flexíveis, como telas de enrolar e computadores de vestir.

A equipe do Dr. Lee resolveu o problema da interferência entre as células de memória usando dois componentes individualmente inovadores.

O primeiro é um memristor, um componente inovador que está sendo considerado a base de uma nova geração de computadores graças à sua capacidade de "lembrar" dos dados que ele registra - por isso ele é muitas vezes chamado de sinapse artificial.

Cada memristor, feito de óxido de titânio, foi integrado ao segundo componente inovador, um transístor formado por um único cristal de silício.

E, não menos inovador, ambos foram postos para funcionar sobre um substrato plástico, em vez da tradicional pastilha de silício.

"Este resultado representa uma tecnologia com um fortíssimo potencial para tornar realidade sistemas eletrônicos verdadeiramente flexíveis, para o desenvolvimento de computadores dobráveis, em um futuro próximo," disse o pesquisador.

domingo, 6 de novembro de 2011

Interessante

Microscópio multitoque

Pesquisadores finlandeses transformaram uma enorme tela sensível ao toque em um sistema inédito para controle de um microscópio.

O resultado é uma forma totalmente nova de fazer microscopia: o usuário amplia e reduz as imagens tocando na tela, incluindo a capacidade de multitoque.

É possível também deslocar o foco do microscópio, de forma a visualizar outras partes da amostra.

Usando o controle por toque é possível passar da imagem em tamanho natural até uma ampliação de 1.000 vezes, o que permite a visualização de células e até mesmo de detalhes no interior de uma célula.

Interface famosa

"Nossa tela é um iPad com esteroides," brinca Johan Lundin, um dos criadores da técnica.

Continuando as comparações, o pesquisador afirma que a movimentação das imagens é parecida com a navegação no Google Maps, enquanto o controle lembra o filme Minority Report.

Além de facilitar o trabalho nos laboratórios, os pesquisadores esperam que sua nova ferramenta possa ser usada em sala de aula, diminuindo a necessidade de equipamentos e melhorando a interação entre os alunos, que poderão discutir os detalhes enquanto os observam e manipulam.

O sistema pode ser ligado diretamente a um microscópio digital ou ser acoplado a um banco de imagens de micrografias.

Vídeo sobre o assunto:

http://www.youtube.com/watch?feature=player_embedded&v=ihaM3DvyUHE

Ref: http://www.inovacaotecnologica.com.br/noticias/noticia.php?artigo=tela-multitoque-microscopio-interativo&id=010165111102&ebol=sim