domingo, 25 de setembro de 2011

Amarino


Uma boa alternativa para usar os sensores ou recursos de um smartphone android para controlar outros dispositivos, é o arduino. O Arduino é uma plataforma open source para criação de protótipos eletrônicos que podem ser aplicados em sistemas de automação simplificados usando uma linguagem de programação que interage com o hardware.E o resultado do encontro entre o Android e o Arduino é o Amarino. O Amarino consistem de uma aplicação Android, uma biblioteca Arduino. Este projeto surgiu no MIT Media Lab, e tem como missão fazer com que as pessoas sejam capazes de usar a sua criatividade e criar aplicações para seu dia-a-dia.

Para utilizar o Amarino não é necessário ter conhecimento em desenvolvimento de aplicações Android. O app específico já vem com diversos eventos carregados que podem ser enviados para o Arduino.

Exemplo de projeto com Android + Arduino + Bluetooth:

jQuery



Um webdesigner que não sabe nada sobre a linguagem javascript poderá, através desta biblioteca de script, ter a oportunidade de desenvolver comandos com sintaxe simplificada para suas páginas web, e melhor de tudo: dentro dos padrões web definidos pela W3C, ou seja, vc não aprende apenas a pegar efeitos prontos e encaixa-los de forma aleatória no código, vc conhecerá a fundo o método correto de aplicação jQuery nas páginas em conformidade com os padrões e trabalhando harmonicamente com o HTML e o CSS.



Exemplo de Código:

// Include jQuery
function wfIncludeJQuery() {
        global $wgOut;
        $wgOut->includeJQuery();
}
$wgExtensionFunctions[] = 'wfIncludeJQuery';
 
 
jQuery é uma biblioteca de código aberto e possui licença dual, fazendo uso da Licença MIT ou da GNU General Public License versão 2. A sintaxe do jQuery foi desenvolvida para tornar mais simples a navegação do documento HTML, a seleção de elementos DOM, criar animações, manipular eventos e desenvolver aplicações AJAX. A biblioteca também oferece a possibilidade de criação de plugins sobre ela. Fazendo uso de tais facilidades, os desenvolvedores podem criar camadas de abstração para interações de mais baixo nível, simplificando o desenvolvimento de aplicações web dinâmicas de grande complexidade.

A Microsoft e a Nokia anunciaram planos de incluir o jQuery em suas plataformas, a Microsoft adotando-a inicialmente no Visual Studio para uso com o framework AJAX do ASP.NET, e a Nokia na sua plataforma Web Run-Time de widgets. A biblioteca jQuery também tem sido usada no MediaWiki desde a versão 1.16.

Fonte: Wikipedia 

O que é esse “XML”?


Alguns já devem ter percebido que hoje em dia em quase todos os projetos temos um pouquinho desse cara o “XML”, encontramos ele em tudo que é lugar, seja em projetos complexos como sistemas web ou até mesmo em uma simples apresentação de slideshow ou galeria de imagens, ele está sempre facilitando a comunicação entre linguagens como o Java, HTML, Java script, Actionscript dentre outras.


Mais o que é esse danado de “XML”?


Bom XML que significa (Extensible Markup Language) nada mais é que uma linguagem de marcação de dados, onde seu propósito principal é aumentar a facilidade de compartilhamento de informações através da internet, basicamente podemos mapear quse tudo com ele, atualmente é uma recomendação da W3C para gerar linguagens de marcação para necessidades especiais.
Nota: W3C (World Wide Web Consortium que é o órgão internacional de padrões para web).
O XML é uma linguagem derivada da SGML (acrônimo de Standard Generalized Markup Language, ou Linguagem Padronizada de Marcação Genérica) a mesma linguagem que deu origem ao HTML, por isso existem algumas semelhanças entre XML e o próprio HTML, é capaz de descrever diversos tipos de dados.
Entre linguagens baseadas em XML incluem-se XHTML (formato para páginas Web), RDF,SDMX ,SMIL, MathML (formato para expressões matemáticas), NCL, XBRL, XSIL e SVG (formato gráfico vetorial). A principal característica do XML, de criar uma infra-estrutura única para diversas linguagens, é que linguagens desconhecidas e de pouco uso também podem ser definidas sem maior trabalho e sem necessidade de ser submetidas aos comitês de padronização.


História


Na década de 1990, o World Wide Web Consortium (W3C) começou a trabalhar em uma linguagem de marcação que combinasse a flexibilidade da SGML com a simplicidade da HTML. O princípio do projeto era criar uma linguagem que pudesse ser lida por software, e integrar-se com as demais linguagens. Sua filosofia seria incorporada por vários princípios importantes:
Separação do conteúdo da formatação
Simplicidade e legibilidade, tanto para humanos quanto para computadores
Possibilidade de criação de tags sem limitação
Criação de arquivos para validação de estrutura (chamados DTDs)
Interligação de bancos de dados distintos
Concentração na estrutura da informação, e não na sua aparência
O XML é um formato para a criação de documentos com dados organizados de forma hierárquica, como se vê, frequentemente, em documentos de texto formatados, imagens vetoriais ou bancos de dados.
Pela sua portabilidade, já que é um formato que não depende das plataformas de hardware ou de software, um banco de dados pode, através de uma aplicação, escrever em um arquivo XML, e outro banco distinto pode ler então estes mesmos dados.


Exemplo de um código XML descrevendo filmes:



Ao abrir as tags filme, dentro do seu corpo posso adicionar características individuais a cada um dos filmes, como nome, gênero e etc. Fazendo assim um mapeamento dos dados.

Vantagens e desvantagens


Com relação aos outros "formatos universais para intercâmbio de dados" já propostos e experimentados, o XML apresenta diversas vantagens técnicas, mas são as vantagens não-técnicas que o torna um tópico de tão grande importância:
É um padrão "de fato" e formalmente: num universo onde cada desenvolvedor e cada fabricante tem a liberdade de criar e impor seu próprio formato, a aceitação do XML tem sido vista como o seu maior trunfo.
Tem sua origem em uma instituição de padronização das mais abertas e dinâmicas, o W3C.
Baseia-se na experiência de sucesso do SGML, sendo considerado inclusive o "sucessor da SGML".


Vantagens técnicas


É baseado em texto (TXT).
Com relação aos formatos não-texto (binários), um debate existe desde os tempos do SGML, mas ainda hoje a comunidade de usuários e desenvolvedores prefere o texto ao binário, e as opções do tipo txt.zip (texto comprimido) tais como o OpenDocument são a saída mais largamente adotada.
Suporta Unicode, permitindo que a maior parte da informação codificada em linguagem humana possa ser comunicada.
Pode representar as estruturas de dados relevantes da computação: listas, registros, árvores.
É auto-documentado (DTDs e XML Schemas): o próprio formato descreve a sua estrutura e nomes de campos, assim como valores válidos.
A sintaxe restrita e requerimentos de parsing tornam os algoritmos de análise mais eficientes e consistentes.
É editável, devido à popularidade do XML nos dias de hoje, com diferentes níveis de automação, em qualquer ambiente:
Sem automação: editores txt antigos, tais como vi
Com recurso automático de destaque: a maior parte dos editores txt modernos oferece recursos para destaque de XML (distinção visual entre tag, atributo e conteúdo).
Com recursos de visualização e controle (folding) da hierarquia: editores txt mais especializados e editores simples acoplados a navegadores.
Com recursos de validação e análise sintática: ferramentas um pouco mais sofisticadas, orientadas a programadores, tais como as IDEs, ou orientadas a conteúdo, tais como editores XHTML, ambos vem se adaptando para lidar com outros formatos XML, interpretando DTD, XSLT ou XML Schema.


Desvantagens técnicas


As desvantagens em geral se restringem às aplicações que não demandam maior complexidade, tais como vetores, listas associativas (chave-valor) e informações relativas a configuração, em que o bom-senso estabelece a melhor escolha (entre o XML ou um formato menos popular).
O "XML simples" pode ser substituído por formatos mais simples, como properties, YAML, JSON e Simple Outline XML. Os principais critérios para se avaliar a demanda por um formato mais simples são:
Velocidade: a grande quantidade de informação repetida prejudicando a velocidade de transferência real de informação (quando esta é transportada na forma de XML).
Editabilidade txt: o arquivo "XML simples" (como se pode ver nos exemplos acima) pode ser bem pouco intuitivo, dificultando sua edição com editores txt por pessoas leigas, mais ainda no caso de volume de dados muito grandes, onde o XML pode sequer ser facilmente editável por pessoas experientes.
O formato properties, por exemplo, é mais fácil de ser editado por leigos, por ser apenas uma lista de itens do tipo chave-valor, e o JSON é um exemplo de um formato mais prático e rápido em contexto Javascript.
O exemplo abaixo equivale ao exemplo da receita de pão e demonstra como um XML, mesmo sendo sintaticamente válido, pode ficar de difícil leitura quando criado por ferramentas geradoras de código. A interpretação e a edição de grandes arquivos XML não indentados são
Regras para boa formação de um arquivo XML
Todo documento XML, além da tag introdutória, deve ter um único elemento (tag) que sirva como raiz para todos os demais elementos do documento;
XML é case sensitive, portanto difere letras maiúsculas e minúsculas, devendo tomar cuidado com o uso de CamelCases.
Todo elemento XML deve ser iniciado e fechado, exceto o que define a versão do XML usada e outras definições de tag única, exemplo .


a sintaxe dos comentários em XML são feitos iguais ao HTML.


REFERÊNCIAS:

http://pt.wikipedia.org/wiki/XML
http://www.loiane.com/2009/02/introducao-ao-xml/

JSF

JavaServer Faces é um framework MVC para o desenvolvimento de aplicações Web, que permite o desenvolvimento de aplicações para a internet de forma visual, ou seja, arrastando e soltando os componentes na tela (JSP), definindo propriedades dos mesmos.


O JavaServer Faces teve sua expressão na versão 1.1 quando implementado pela comunidade utilizando a especificação 127 do Java Community Process, evidenciando maturidade e segurança.
Hoje ele está na versão 1.2 da especificação 252 do JCP. A fundação Apache vem realizando esforços na implementação da especificação através do projeto MyFaces. O reconhecimento do trabalho é visto por diversas empresas, tanto é que a Oracle doou os fontes do ADF Faces, conjunto de mais de 100 componentes JSF, para o projeto MyFaces que o denominará de Trinidad.
O JSF é atualmente considerado pela comunidade Java como a última palavra em termos de desenvolvimento de aplicações Web utilizando Java, resultado da experiência e maturidade adquiridas com o JSP/Servlet (Model1), Model2 (MVC) e Struts.

Permite que o desenvolvedor crie UIs através de um conjunto de componentes UIs pré-definidos;
Fornece um conjunto de tags JSP para acessar os componentes;
Reutiliza componentes da página;
Associa os eventos do lado cliente com os manipuladores dos eventos do lado do servidor (os componentes de entrada possuem um valor local representando o estado no lado servidor);
Fornece separação de funções que envolvem a construção de aplicações Web.
Utiliza Ajax em alguns de seus componentes tornando alguns processos mais rápidos e eficientes.
Recursos visuais

O framework JSF permite a inserção, via IDE, de:
Folhas de estilo (CSS);
Comandos em Java Script;
Metodologia Ajax.
Desvantagens

A execução da aplicação se da quase que totalmente no lado servidor, salvo bibliotecas de componentes mais recentes implementadas usando Ajax;
O particionamento do código da aplicação entre cliente e servidor é fixo;

JSF inclui

Suporte a internacionalização e acessibilidade;
Um conjunto padrão de componentes de interface de usuário que possibilitam validação padronizada;
Duas bibliotecas de etiqueta ("tag libraries") especiais do JavaServer Pages (JSP) para expressar a interface do JavaServer Faces dentro de uma página JSP;
Um modelo de eventos do lado servidor ("server-side event model");
Gerência de estados;
Managed Beans (JavaBeans criados com injeção de dependência ("dependency injection"));
Linguagem de Expressão Unificada ("Unified Expression Language") para JSP 2.0 e JSF 1.2.

Ferramentas de desenvolvimento

Java Studio Creator
JBuilder
JDeveloper
MyEclipse
Netbeans
Rational Application Developer for WebSphere Software
Red Hat Developer Studio
Eclipse


Exemplo das Libs que são importadas numa pagina JSF:

<%@ taglib uri="http://java.sun.com/jsf/core" prefix="f"%>
<%@ taglib uri="http://java.sun.com/jsf/html" prefix="h"%>

O JSF nos permite criar a parte visual, porém simples, como essa exemplo abaixo:

domingo, 18 de setembro de 2011

Android 4.0 - Ice Cream Sandwich



A Google deverá lançar a nova versão do seu sistema operacional Android em outubro ou novembro, de acordo com o gerente executivo da empresa Eric Schmidt. O Ice Cream Sandwich é uma atualização bastante esperada para Android, principalmente porque ela representa a unificação das versões Gingerbread (para smartphones) e Honeycomb (para tablets). Isso significa que os smartphones terão alguns dos recursos lançados inicialmente para tablets, como os widgets deslizantes, o novo lançador de tarefas e a interface multitarefa.

Schmidt foi entrevistado pelo CEO da Salesforce, Marc Benioff, na conferência sobre computação nas nuvens em São Francisco, EUA. Na entrevista ele deixou escapar a suposta data de lançamento: “Nós temos um novo sistema operacional, internamente conhecido como Ice Cream Sandwich por algumas razões. Ele será lançado em outubro/novembro e estamos todos muito ansiosos”, disse Eric Schmidt durante a entrevista. A Google já tinha afirmado que o Ice Cream Sandwich seria entregue durante o quarto trimestre de 2011, mas os comentários de Schmidt sugerem que o lançamento poderá ocorrer um pouco antes do previsto.


As chances são de que o Nexus Prime viria equipado com a nova versão do sistema operacional. O aparelho, dever se o primeiro a ter a nova versão do sistema operacional móvel do Google, o Android 4.0. O site Device Magazine teve acesso a um pouco das especificações do aparelho. Ele deve ter um display tela de 4,65 polegadas com uma resolução de 1280 x 720. O dispositivo viria com um processador dual-core de 1,5 GHz, memória RAM de 1 GB e câmera de 5 megapixels com gravação de vídeo 1080p.

Háptica Surround



Pra quem gosta de games uma nova tecnologia vem por ai é Háptica Surround.


Háptico
que significa "relativo ao tato", e Surround ou Som Surround que é o conceito de expandir a imagem e o som em três dimensões, ou simplesmente 3D, deram origem ao nome dessa nova tecnologia que tem como proposito principal trazer uma nova forma de interação com os usuários.

Mais o que é??

Atualmente é apenas um console, mais diferente dos consoles tradicionais,o Háptica Surround traz como inovação o conceito de fenômenos conhecidos como sensações fantasmas e ilusões táteis.


A Proposta:


É permiti que jogadores de videogames, ou meros espectadores de um filme, sintam uma grande variedade de sensações, que vão da leveza do toque de um dedo até o impacto da colisão de um carro.

Pesquisadores das Universidades de Carnegie Mellon e da Disney Research, produziram o primeiro protótipo que foi demonstrado durante a SIGGRAPH 2011, realizada no Canadá, incorporada a um jogo de corrida de carros, e através de pequenos atuadores vibratórios instalados na cadeira, permitiram que os usuários sentissem a aceleração e a frenagem, as imperfeições do terreno, os objetos sendo atirados contra o carro, as derrapagens e até mesmo um tranco do carro ao colidir com algo.

A chave para o controle das vibrações está em no algoritmo que controla o funcionamento dos atuadores vibratórios para criar "atuadores virtuais".

Segundo seus criadores a tecnologia está apenas começando a se desenvolver, por isso não irão se prender só a cadeiras, podemos ter outros objetos em contato ao nosso corpo nos proporcionando diversas sensações...

Não se sabe ao certo quando essa novidade vai está disponivel para o consumidor final, pois ainda está em fase de desenvolvimento.

E como ja é de costume para mais informações sobre essa e outras novidades acessem o link:
http://http://www.inovacaotecnologica.com.br/noticias/noticia.php?artigo=haptica-surround&id=010150110914&ebol=sim

Python


O Python é uma linguagem dinâmica de programação orientada a objetos que usa gerenciamento automático de memória, sendo similar ao Perl e ao Scheme. O Python pode ser usado para os mais variados tipos de desenvolvimento de software e também aplicativos web na hospedagem de sites. Ele oferece um grande suporte para integração com outras linguagens e ferramentas, vem com uma extensa biblioteca de scripts e é relativamente simples de se aprender. Muitos programadores Python verificaram um aumento de produtividade e sentiram que a linguagem encoraja o desenvolvimento de software de melhor qualidade.

Criada por Guido Van Rossum em 1990, o Python é o sucessor da linguagem ABC de programação, originalmente criada para o sistema operacional Amoeba. A partir da versão 1.61 e atualmente na 2.5, tornou-se software livre regido sob a licensa GPL até quando empregado em produtos comerciais. Rodando em Windows, Linux, Unix, Mac OSX, OS/2, Amiga, PalmOS, Telefones Nokia e até no Playstation 2, a linguagem de programação Python é ativamente usada industrial e acadêmicamente para uma grande variedade de propósitos. NASA e Google o utilizam extensivamente em seus sistemas. Um dos últimos projetos que utilizam o Python é o programa BitTorrent de compartilhamento de arquivos.

A filosofia por trás do Python é notável entre as linguagens de alto nível pois ela enfatiza o esforço do programador ao invés do esforço do computador, rejeita linguagens antigas e arcaicas, priorizando facilidade de leitura ao invés de velocidade de execução. Ainda que muitas vezes taxado de minimalista, o Python é simples na semântica e sintaxes, sendo muito rico nas bibliotecas e extensões existentes.

Ao longo do tempo têm sido desenvolvidos pela comunidade de programadores muitas bibliotecas de funções especializadas (módulos) que permitem expandir as capacidades base da linguagem.

Fonte: Wikipedia.

domingo, 11 de setembro de 2011

Grafeno

O grafeno é um material encontrado na grafite e em outros compostos de carbono. Bastante abundante e de estrutura significativamente estável e resistente. O termo grafeno foi proposto como uma combinação de grafite e o sufixo -eno por Hanns-Peter Boehm, foi ele quem descreveu as folhas de carbono em 1962. Recentemente, empresas de semicondutores estiveram realizando testes a fim de substituir o silício pelo grafeno devido à sua altíssima eficiência em comparação ao silício. Esse componente tem grande perspectiva de adoção nas CPUs, principalmente porque o silício está chegando a seus limites.

Em 2004, quando fizeram a descrição experimental do grafeno e suas propriedades eletrônicas, viu-se algo excepcional. Ele tem alta mobilidade a temperatura ambiente , o que é muito difícil, pois a maioria dos materiais perde mobilidade quando aumentamos a temperatura. Ele é o material mais impermeável do mundo, capaz de segurar até mesmo o Hélio, um átomo dificílimo por ser pequeno e leve, e também é o mais forte do mundo. Dentro das suas proporções, é mais forte que diamante. Nele, a velocidade dos elétrons também é altíssima: no primeiro estudo, foi de 1000 km/s, o que é cerca de 60 vezes melhor do que o silício. Descrito na década de 40, o material só foi realmente obtido pela primeira vez em 2004 por uma dupla trabalhando na Universidade de Manchester. Andre Geim e Konstantin Novoselov ganharam o prêmio Nobel de Física em 2010 por terem obtido uma camada única de átomos de carbono, arranjados em hexágonos, como em colméias de abelha.

Apesar de grandes avanços, o grafeno tem alguns concorrentes, como: o siliceno e o molibdenite. Esses outros componentes têm possíveis aplicações, mas nenhum demonstrou as mesmas características já conhecidas do grafeno, como o funcionamento em frequências de até 300 GHz e o resfriamento automático. Assim, a aposta na revolução de grafeno ainda é alta e pode ser que ele apareça nos próximos 10 ou 20 anos.

Conceito de Banco de Dados

Postando aqui alguns Conceitos sobre Banco de Dados.

Esquema

Representa as colunas ( Atributos ) em uma tabela de banco de dados.

Instancia

Representa as linhas ( Valores ) em uma tabela de banco de dados

Banco de Dados

É uma coleção de dados armazenados de maneira estruturada, que possuem uma ligação representando algo específico.

SGBD ( Sistema de Gerenciamento de Banco de Dados )

É uma coleção de programa que serve para criar e manter os bancos.
Ex: Oracle, MySql, Access, FireBird, SqlServer, etc.

Observação: Cuidado com a seguinte pergunta: "Qual o melhor banco de dados: Oracle ou Acess?"

Oracle e Access não são banco de dados, e sim um Sistema de Gerenciamento de Banco de Dados.


Vantagens do SGBD:

  • Velocidade
  • Facilidade de Acesso
  • Evita-se inconsistência
  • Segurança
  • Entre outros.

sexta-feira, 9 de setembro de 2011

MASHUP


O que é um Mashup???
Primeiro que nome é esse???
Bom Mashup é uma palavra que no mundo da musica tem como significado a mistura de ritmos onde se mistura 2 musicas geralmente de ritmos diferentes para criar uma nova musica.
Já o Mashup na Web tem a haver com a mistura de serviços ou aplicações para criar um novo serviço ou atribuir funções a um já existente.

Algumas Definições para Mashup:

"Um mashup é um website ou uma aplicação web que usa conteúdo de mais de uma fonte para criar um novo serviço completo."

Definição na Wikipédia: http://pt.wikipedia.org/wiki/Mashup

Outra definição bem bacana é de Duane Merrill (freelancer da IBM):
Onde ela diz o seguinte: "Mashups são um novo género de aplicações Web interactivas que tiram partido de conteúdos recolhidos de fontes de dados externos para criar serviços inteiramente novos e inovadores. São um marco da segunda geração de aplicações Web informalmente conhecida como Web 2.0. "
Além disso ela classifica os Mashups em 4 categorias ou classes são elas:
Mapas:
São todas as que recolhem dados sobre localizações e geralmente ultilizam algum tipo de aplicação como o Google Maps ou Yahoo Maps por exemplo para fazer uma representação dos dados no mapa.
Um bom exemplo desse tipo de aplicação é o http://chicago.everyblock.com/crime/ que usa dados do departamento de crime de Chicago com a aplicação do Google Maps para mostrar dados sobre crimes no estado.
Videos e Fotos ou Multmidia:
Hoje em dia com as redes socias na internet a capacidade de divulgação e compartilhamento de dados publicos e privados aumentou de forma significativa, alem disso cresceu também os sites de coleções de videos e fotos como o You Tube e os Blogs por exemplo e por que não misturar essas coisas, as mais populares redes socias e blogs já dispõe de ferramentas onde pode se misturar, postar, publicar, twitar videos, fotos e etc.
Pesquisa e Compras:
Esses são voltados para a busca de informações especificas onde geralmente ele cruza dados de um montante de sites para trazer listas de resultados.
Buscapé por exemplo que compara preços e produtos de sites ao fazer suas buscas.
Existem muitos outros exemplos de Mashups de todos os tipos no site: http://www.programmableweb.com/
Notícias:
Existem também os Mashups de notícias que ultiliza Feeds, e tecnologias de sindicações assim como RSS ou Atom para fazer como por exemplo o http://www.delicious.com/ que combina tudo isso para fazer um "Quase um jornal particular".
Referências:

domingo, 4 de setembro de 2011

Memristor

Em tantos anos de informática, nunca se cogitou uma tecnologia que realmente pudesse substituir a memória RAM. Isso porque o desempenho da memória RAM sempre foi o menor dos problemas. Contudo, a memória RAM tem seu limite, o qual deve ser atingido muito em breve. Pensando nisso, os pesquisadores vêm investindo muito tempo e raciocínio para viabilizar a construção de dispositivos baseados no memristor. No dia 30 de abril de 2008, uma equipe dos laboratórios da HP anunciaram a construção de um memristor. Usando técnicas de aanotecnologia, construíram uma matriz de memristores num finíssimo filme de dióxido de titânio.

A ideia é introduzir esse quarto elemento da eletrônica para substituir as memórias RAMs e até os dispositivos de armazenamento. Um memristor (do inglês "memory resistor" ou, em português, resistor com memória) é um componente eletrônico passivo de dois terminais que mantém uma função não-linear entre corrente e tensão. Não há previsão para a revolução do memristor, contudo, é certo que ele é uma das grandes apostas para a próxima década. O desenvolvimento da tecnologia também depende um pouco do interesse de outras empresas. A HP vem mantendo o projeto, mas se alguma fabricante, como a Samsung, decidir se aliar, pode ser que o memristor chegue aos computadores antes do esperado.

O memristor ainda depende de uma série de pesquisas e de testes, pois ainda não existe nenhum produto baseado nesse minúsculo componente. Apesar da demora no desenvolvimento, a HP fez uma publicação em maio de 2011, na qual a empresa relatou ter feito demonstrações exibindo como o memristor trabalha com os atuais materiais da eletrônica. A HP anunciou recentemente que sua equipe de cientistas esteve fazendo diversos testes em seus laboratórios de pesquisas, pois ainda em 2005 haviam desenvolvido um novo componente para o mundo da eletrônica. Este novo componente tinha outro nome (Crossbar Latch), mas descobriram no ano passado que na verdade ele é um Memristor — um componente que alguns já pensavam na existência, porém algo que nunca havia saído do papel.

sábado, 3 de setembro de 2011

Holodecks


Holodecks são na ficção nada câmaras holográficas que podem de certa forma reproduzir com hologramas um determinado ambiente e objetos de forma quase natural, mais hoje em dia com a tecnologia atual já estamos a “poucos” passos dessa futura realidade, uma câmara semelhante foi construída por pesquisadores japoneses, que usa um conjunto de 300 câmeras digitais, colocadas a mais ou menos 3 centímetros uma da outra em um círculo de três metros de diâmetro, isso claro todas apontada para o centro dessa câmara.

Então utilizando essa câmara e mais algumas tecnologias já existentes na área de holografia eles desenvolveram esse novo protótipo de holografia eletrônica que já é considerado o mais completo sistema holográfico já visto até o momento, pois consegue reproduzir um sistema visual 3D completo em ambiente natural.

Para mais informações sobre esse assunto acesse:

quinta-feira, 1 de setembro de 2011

Tecnologia 4G

A terceira geração revolucionou a telefonia móvel, pois com ela foi possível navegar em tempo real na internet até em lugares fechados, como elevador e metrô, algo que não era possível com 2G.

O 4G terá todos os benefícios do 3G e outros mais, como velocidade superior de quatro a cem vezes em comparação ao 3G. Além de suportar mais protocolos de rede.

No 4G algumas aplicações terão prioridade sobre outras conforme necessidade, alocando a conexão de forma inteligente. Os padrões de telecomunicações são definidos pelo ITU (International Telecommunication Union), que é uma agência das Nações Unidas.

No exterior, a tecnologia 4G já está disponível em alguns países da Europa, Ásia e nos EUA.

A tecnologia 4G

Na internet encontramos muitos artigos falando sobre as diferenças entre 3G e 4G. Os dois padrões que competem pelo mercado de 4G hoje são o WIMAX, com a versão 802.16M, e o LTE Advanced (Long term evolution).

A tecnologia LTE, desenvolvida pela Third-Generation Partnership Project (3GPP), é uma evolução do High-Speed Packet Access (HSPA). Você já deve ter reparado que quando está conectado ao 3G aparece a letra H indicando que a conexão está estabelecida, pois é o HSPA.

A tecnologia LTE usa novas técnicas de moduação, por isso consegue alcançar altas taxa de downlink. Abaixo é mostrada a evolução das redes digitais, que vai desde o 2G até o 4G. O LTE usa como modulação: OFDM (Orthogonal Frequency Division Multiplex) e MIMO (Multiple Input Multiple Output), que aumenta a capacidade das ondas de transmissão.

A tecnologia LTE é uma evolução das redes 3G atuais. Poderemos usar TV interativa, blogs de vídeo móvel, jogos avançados e serviços profissionais, além de tantos outros recursos.

O LTE vai oferecer benefícios não apenas às operadoras, mas também aos consumidores. Em um primeiro momento, o preço do serviço será alto, pois a demanda da tecnologia será pequena. Conforme as pessoas forem adquirindo aparelhos compatíveis com a tecnologia, a tendência é que o preço diminua, assim como ocorre hoje com o 3G.

O 4G vai se aproximar à internet fixa com relação a velocidade. A tecnologia LTE permite que velocidades superiores a 200Mbit/s sejam atingidas. A empresa Ericsson, por exemplo, conseguiu taxas acima de 150Mbit/s. Essas taxas já atendem aos requisitos exigidos pelo ITU.

No Brasil algumas operadoras estão em fase de teste do 4G, a prioridade do governo é que as operadoras ofereçam a tecnologia nas cidades sede da Copa de 2014 primeiro.